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Resenha do filme “Todo Dia”, um romance que desafia o amor comum


O filme mostra a importância da beleza interior

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Filme baseado no aclamado livro best-seller de David Levithan, “Todo Dia” pode causar estranheza ao espectador não atento ao detalhes. Ao abordar questões como diversidade, relacionamento abusivo e amor, parece ser mais um clichê hollywoodiano, porém surpreende ao apresentar o personagem principal: uma alma, que prefere ser chamada de “A”. Inexplicavelmente, todos os dias ao acordar, ela habita um corpo de um adolescente diferente, não muito distante de idade e nunca sendo a mesma pessoa duas vezes.

Rhiannon (Angourie Rice), uma jovem insegura com problemas familiares, namora Justin (Justice Smith) que a trata com desprezo. Uma relação nada saudável. Até que certo dia, “A” habita o corpo de Justin, transformando-o no homem dos seus sonhos. Infelizmente, no dia seguinte seu namorado volta ao seu normal, indiferente e grosseiro, sem lembrar de nada do que ocorreu. A alma descobre o que é o amor ao passar suas 24 horas com Rhiannon, e sua caçada pela amada começa, e ela não será nada fácil.

Todo dia com diferentes gêneros, cores de pele, tamanhos, deficiências e individualidades. O filme carrega a mensagem de deixar sua diferença no mundo, aprender com o próximo e espalhar o amor em qualquer lugar que se esteja.

O romance adolescente emana essa importante ideia diferente do comum, de que amar independe das suas aparências externas, e sim do seu espírito interior. Com toques de relacionamento familiar, saúde mental e empatia, “Todo Dia” manda uma mensagem importante aos espectadores de todas as idades.

“Todo Dia” estreia nos cinemas no dia 26 de julho.

Por Matheus Panaro


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