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Série O GLOBO / Dell’Arte Concertos Internacionais apresenta Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera


Conduzida por Mariss Jansons, a orquestra – considerada uma das melhores do mundo na atualidade – é a segunda atração da mais tradicional série de concertos do Rio de Janeiro

Orquestra Sinfonica da Radio da Baviera

Fundada por Eugen Jochum em 1949, a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera alcançou uma elevada qualidade artística interpretando um vastíssimo repertório que vai do século XVII aos nossos dias. Seu titular é o regente Mariss Jansons, natural da Letônia, que assumiu seu comando em 2003 e se mantém à sua frente até hoje. Compositores como Stravinsky, Milhaud, Hindemith, Stockhausen, Kagel e Berio estiveram à frente da orquestra dirigindo suas próprias obras. Também estiveram em seu pódio Haitink, Wand, Solti, Abbado, Ozawa e Muti, para citar apenas alguns.

Vários críticos musicais têm colocado a Orquestra entre as dez melhores do mundo. Em 2008, em pesquisa para a revista inglesa Gramophone, um “pool” de críticos britânicos colocou a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera em sexto lugar. A revista japonesa Mostly Classic colocou-a em 4º lugar em 2010.

No próximo dia 11 de maio, a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera, que conquistou em 2006 oGrammy de Melhor Apresentação Orquestral, estará no  Rio de Janeiro para uma apresentação única, como a segunda atração do ano da 21ª edição da Série O Globo / Dell’Arte Concertos Internacionais 2014. No programa da apresentação carioca o público ouvirá peças de John AdamsRichard Strauss eHector Berlioz.

Série O GLOBO / Dell’Arte Concertos Internacionais 2014 faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

A Orquestra

Fundada por Eugen Jochum em 1949, a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera não tardou a transformar-se em um conjunto de renome internacional, graças também a sua agenda que privilegiava as turnês ao exterior. A ampla gama de seu repertório e o espectro sonoro peculiar são consequências das preferências de seus regente principais anteriores e, particularmente, da grande flexibilidade e sólida segurança estilística de cada um de seus músicos.

O fomento à nova música possui uma longa tradição na Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera, com suas participações na série “Música Viva” fundada em 1945 por Karl Amadeus Hartmann, e sempre privilegiada pelo conjunto. Nesses concertos o público de Munique testemunhou apresentações lendárias de obras contemporâneas, geralmente dirigidas pelos próprios compositores. Foi assim que recebeu em seu pódio Igor Stravinsky, Darius Milhaud, Paul Hindemith, Pierre Boulez e, mais recentemente, Karlheinz Stockhausen, Mauricio  Kagel, Luciano Berio e Peter Eötvös. Nos últimos anos a orquestra buscou novas colaborações, especialmente no campo das interpretações históricas, recebendo regentes como Thomas Hengelbrock, Nikolaus Harnoncourt e Ton Koopman.

Outros regentes renomados, como Clemens Krauss, Erich e Carlos Kleiber, Charles Munch, Ferenc Fricsay, Otto Klemperer, Karl Böhm, Günter Wand, Sir Georg Solti, Carlo Maria Giulini, Kurt Sanderlinge e Wolfgang Sawallisch também deixaram marcas indeléveis no passado da Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera. Mais recentemente recebeu em seu pódio Bernard Haitink, Riccardo Muti, Esa-PekkaSalonen, Franz Welser-Möst , Daniel Harding e Andris Nelsons. Foi também a única orquestra alemã a colaborar regularmente por vários anos com Leonard Bernstein.

Além das muitas apresentações e gravações em Munique e outras cidades da rede radiofônica da estação, as turnês intensivas são hoje um componente central no dia a dia da orquestra. As turnês levaram-na a todos os países da Europa, à Ásia e às Américas do Norte e do Sul. Apresenta-se regularmente no Carnegie Hall de Nova York e nas principais capitais musicais do Japão. Desde 2004 aOrquestra Sinfônica da Rádio da Baviera é, sob a direção de seu regente principal, Mariss Jansons, a orquestra em residência do Festival de Páscoa de Lucerna.

Outro destaque é o encorajamento que a instituição dá a jovens músicos. Juntamente com o Concurso Internacional de Música ARD, a Orquestra acompanha jovens revelações, tanto nas apresentações finais, quanto no concerto sinfônico de encerramento, servindo de suporte aos vencedores. Desde outubro de 2001 a Academia da Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera vem empreendendo um louvável trabalho educativo, alicerçando a carreira de jovens músicos e construindo, assim, uma sólida ponte entre educação e atividade profissional. A instituição mantém ainda um programa de encorajamento para jovens com várias atividades dirigidas ao objetivo de aproximar as novas gerações da música clássica.

A história da Orquestra está intimamente associada aos nomes de seus regentes principais anteriores, que acumulavam o cargo com a direção do Coro da Orquestra Sinfônica de Rádio da Baviera. Seu fundador, Eugen Jochum, liderou a orquestra por onze anos (entre 1949 e 1960). Ele a construiu com músicos altamente proficientes e que consolidaram seu prestígio através das muitas turnês ao exterior. O público de Munique só tem a agradecê-lo pelas interpretações incomparáveis das sinfonias de Anton Bruckner. Além de Bruckner, Jochum devotava especial atenção à apresentação de música sacra.

Rafael Kubelik liderou a orquestra por dezoito anos (1961 a 1979), mantendo-se posteriormente intimamente ligado ao conjunto na qualidade de regente convidado. Ele expandiu o repertório da orquestra incluindo obras de compositores eslavos como Smetana, Janácek e Dvorák e foi um paladino da música de compositores do século XX como Karl Amadeus Hartmann. Dirigiu o primeiro ciclo Mahler com uma orquestra alemã,  felizmente preservado em gravação. Seu enfoque impulsivo e apaixonado da música conquistou os corações de todos os integrantes da orquestra e fez da “Era Kubelik” uma das mais profícuas da história do conjunto.

Kyrill Kondrashin já havia sido designado sucessor de Kubelik, quando morreu inesperadamente em Amsterdam. Foi então substituído por Sir Colin Davis. A orquestra ganhava assim um notável especialista em Berlioz como regente principal (1983 a 1992). Davis mostrou-se também um grande advogado da Era Clássica Vienense e de compositores britânicos como Edward Elgar, Michael Tippett e Ralph Vaughan Williams. Entre 1993 e 2002 a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera foi dirigida por Lorin Maazel, que trouxe um novo estilo de programação, privilegiando os ciclos de obras sinfônicas de Beethoven (1995 e 2000), Brahms (1998), Bruckner (1999) e Schubert (2001). Encerrou seu período à frente da orquestra com um ciclo Mahler em 2002.

Um novo capítulo da história da orquestra abriu-se em outubro de 2003, quando Mariss Jansons assumiu o posto de novo regente principal do Coro e Orquestra. Desde então ele conseguiu estabelecer um clima excepcional, aliando o mais elevado padrão artístico a um íntimo vínculo emocional com a orquestra. Jansons recebe regularmente entusiásticas críticas tanto de seus concertos em Munique, quanto dos muitos concertos nas principais capitais musicais da Europa, Américas e Japão.

Mariss Jansons dirige um amplo repertório cobrindo as eras clássica e romântica e alongando-se pela música do século XX e de compositores contemporâneos. O regente possui uma ampla discografia com a orquestra, que continua a ser expandida. Sua gravação da Sinfonia Nº 13 de Shostakovich conquistou o Grammy de “Melhor Execução Orquestral” em 2006. Em setembro de 2009 a Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera criou seu próprio selo, o “BR-Klassik”, pelo qual vem lançando suas gravações de CDs e DVDs.

Mariss Jansons, regente principal

Natural de Riga, o regente letão nasceu em 14 de janeiro de 1943. A cidade se encontrava, então, sob ocupação alemã. Um ano antes havia sido anexada à força à União Soviética. Na época, seu pai, o também regente Arvïd Jansons (ou Yansons), era o principal maestro do país. A mãe, Iraida, era cantora lírica. O primeiro interesse de Mariss, ainda menino, foi pelo violino, cujos rudimentos aprendeu com o pai. Em 1946 Arvïd conquistou o segundo lugar em concurso nacional de regência, sendo convidado por Evgeny Mravinsky para ser seu assistente na Orquestra Filarmônica de Leningrado. Em 1956 a família juntou-se a ele. Nesse mesmo ano Mariss ingressou no Conservatório de Leningrado, formando-se com todas as honras possíveis.

Em 1969 Mariss Jansons estava em Viena, aperfeiçoando-se com Hans Swarowsky e Karl Österreicher e em Salzburgo com Herbert von Karajan. Em 1971 vencia o Concurso Internacional de Regência da Fundação Herbert von Karajan em Berlim. O grande maestro o convidou para ser seu assistente na Filarmônica de Berlim, mas a proibição das autoridades soviéticas o fez desistir do intento. Em 1973, seguindo os passos do pai, era indicado assistente de Yevgeny Mravinsky na orquestra de São Petersburgo. Entre 1979 e 2000 foi diretor musical da Filarmônica de Oslo, levando o conjunto a um nível excepcional. Em 2013 recebeu carta branca do Concergebouw em sua famosa série Orquestras Sinfônicas Famosas do Mundo.

Jansons apresentou-se inúmeras vezes como regente convidado das Filarmônicas de Berlim, Viena e Londres, e das principais orquestras dos Estados Unidos. Foi nomeado diretor musical da Orquestra Sinfônica de Pittsburgh em 1997 (posto em que se manteve até 2004) e da Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera em 2003, em cuja frente se mantém até hoje. Dirigiu a Orquestra Real do Concertgebouw pela primeira vez em 1988, voltando a regê-la praticamente todos os anos a partir de então, até ser nomeado seu regente principal em 2004. Ele é o sexto maestro a assumir este posto desde a fundação da orquestra, em 1888.

Jansons recebeu várias distinções por seus trabalhos, aí incluídas a de membro honorário da Academia Real de Música de Londres e o Gesellschaft der Musikfreunde de Viena. É também o recipiendário da Condecoração Austríaca de Honra da Ciência e da Arte e da mais elevada honraria da Letônia, a Ordem das Três Estrelas, que lhe foi conferida em 2006. Em outubro de 2011, a revista Opernwelt o apontou como “Regente do Ano”, por suas apresentações de Yevgeny Onegin com a Orquestra Real do Concertgebouw na Ópera Holandesa. Em novembro de 2011 recebeu a Ordem Bávara Maximilian para a Ciência e a Arte. Em outubro de 2012 conquistou o Prêmio IJ por sua importante contribuição ao desenvolvimento econômico e promoção da cidade de Amsterdam e, em junho de 2013, o Prêmio Musical Ernst von Siemens.

Programa

1º ato

JOHN ADAMS

Slonimsky’s Earbox

RICHARD STRAUSS

Don Juan, op. 20

2º ato

HECTOR BERLIOZ

Symphonie Fantastique, op. 14 (Sinfonia Fantástica)

  1. Rêveries – Passions (Devaneios – Paixões)
  2. Un Bal (Um Baile)

III. Scène aux Champs (Cena Campestre)

  1. Marche au Suplice (Cortejo do Suplício)
  2. Songe d’une nuit de Sabbat (Sonho de uma noite de Sabá)

Este evento é realizado pela empresa DELL’ARTE SOLUÇÕES CULTURAIS, que responde pela promoção, produção e organização do evento em geral. Qualquer assunto relacionado à venda de ingressos deve ser tratado diretamente com as empresas responsáveis por sua comercialização.
A MIDIORAMA é responsável somente pela ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO deste evento, não tendo qualquer envolvimento ou responsabilidade sobre a produção, organização, venda de ingressos, agenda ou programação.


Serviço


Rio de Janeiro 11 de maio (Theatro Municipal do Rio de Janeiro)

Data:
11 de maio

Local:
Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N - Centro)

Horário:
18h30

Classificação:
Livre.

Mais informações:

Ingressos:

  • PLATEIA /B. NOBRE – R$ 700,00
  • B. SUPERIOR – R$ 350,00
  • GALERIA – R$ 170,00
  • GALERIA (FILAS H a K) – R$ 50,00 (PROMOÇÃO) NÃO HÁ MEIA SOBRE ESTE PREÇO

Descontos:

  • 50%  IDOSO/ESTUDANTE
  • 30%  ASS. GLOBO
  • 30%  SITE DELL´ARTE
  • 30%  CLIENTES BRADESCO SEGUROS

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